Praças e Logradouros Públicos

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Praça Cinco de Setembro

A praça Cinco de Setembro em Manaus, batizada pelo povo de “Praça da Saudade”, foi inaugurada em 1865 e inicialmente era conhecida como Largo da Saudade. Seus limites davam-se com o Instituto de Educação do Amazonas (IEA) e o Cemitério São José, onde hoje se encontra o Rio Negro Clube. Passou à denominação de praça em 1897, mas só em 1932 foram construídos os jardins e passeios.

A praça possui aproximadamente 12,6 mil metros quadrados. Limita-se com as ruas Epaminondas, Ramos Ferreira, Ferreira Pena e Simão Bolívar, localizando-se em plena área central da capital.

Outro fato ligado a Praça diz respeito à construção do monumento em homenagem a Tenreiro Aranha. A construção do monumento foi proposta pelo vereador Silvério Nery, em 11 de maio de 1883, sendo presidente da provincia, José Lustosa da Cunha Paranaguá.

O nome oficial da Praça 5 de Setembro, foi constituído em homenagem a data da Elevação do Amazonas à categoria de Província, uma homenagem também a Tenreiro Aranha que lutou pela emancipação do Grão-Pará.

No dia 30 de abril de 2010, a Praça da Saudade foi reinaugurada. O local passou por ampla reforma. Espaços históricos foram recuperados, constituindo atualmente uma das mais belas praças de Manaus.

Praça do Congresso

Localizada em um lugar privilegiado da cidade, no final da Avenida Eduardo Ribeiro, a Praça do Congresso, bem como outras praças de Manaus sofreram várias transformações em si mesma e a  sua  volta  representando,  assim,  a transformação de uma sociedade.

Entre o final do século XIX e início do século XX, que corresponde ao ciclo econômico da borracha, a Praça do Congresso era conhecida como Praça da Saúde, devido ao fato de existir, no seu entorno, o prédio da Saúde Pública de Manaus, que foi demolido em 1974.

Após o nome de Praça da Saúde, a mesma tornou-se Praça Antônio Bittencourt para, somente depois, ser denominada de Praça do Congresso, em virtude da realização do Primeiro Congresso Eucarístico Diocesano de Manaus que aconteceu no local.

Localizada no alto da área central de Manaus,  a Praça do Congresso possui,  em  seu entorno,  construções  significativas  de  uma  época,  sendo  as  principais: o Instituto  Benjamin  Constant,  a  Avenida  Eduardo  Ribeiro  e  o  Instituto  de  Educação  do Amazonas, principalmente este último, possuindo uma forte  relação com a praça.

Praça Heliodoro Balbi

A Praça Heliodoro Balbi, popularmente conhecida como Praça da Polícia,  era somente uma área descampada em frente ao prédio do  Liceu Provincial Amazonense , antigo Instituto Nacional Superior e Ginásio Dom Pedro II.

O ajardinamento da Praça Heliodoro Balbi, em estilo francês, foi inaugurado com umagrande  festa popular, no dia 23 de  Julho de 1907, data  em que Constantino Nery  fazia  três anos no governo do Estado.

A praça abrigava, além de um belíssimo jardim, um pavilhão de ferro, erguido sobre alvenaria de pedra; um lago artificial, cortado por uma ponte de cimento armado; uma gruta com cascata; uma fonte d água, construída em ferro fundido; e várias estatuetas de ferro sobre alvenaria e pilastras de ferro.

Localizada em frente ao Colégio Estadual do Amazonas, entre as ruas José Paranaguá, Sete de Setembro, Doutor Moreira e Guilherme Moreira, foi construída numa área de aproximadamente 6.600 metros quadrados.

Com ações permanentes do poder público a Praça vem sendo revitalizada, de modo que possa atrair pessoas conscientes da sua importância histórica e cultural para cidade de Manaus.


Praça da Catedral Metropolitana de Manaus

A atual Catedral Metropolitana de Manaus está situada na parte central da cidade, sobre uma elevação entre os igarapés do Espírito Santo e o da Ribeira (ambos aterrados), com sua fachada principal voltada para o rio Negro que até hoje é o principal portão de entrada da capital amazonense.  Oficialmente, os jardins laterais da Igreja da Matriz foram iniciados em 1897.

No centro da Avenida Eduardo Ribeiro, está localizado o Relógio Municipal e, no ponto extremo da avenida, foi construído um obelisco de alvenaria, dedicado ao primeiro centenário da elevação de Manaus à categoria de cidade.

O turismo pode ser uma das opções para se proteger e utilizar o patrimônio histórico de Manaus a fim de possam servir ao conhecimento do passado e testemunho de experiências vividas, se faz necessárias ações conjuntas entre o poder público e a sociedade civil, para se definir políticas públicas que reconheçam a importância desses espaços para a história da cidade.